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Nova fábrica de celulose da Suzano começa a operar no primeiro quadrimestre de 2024 em Ribas do Rio Pardo

Nova fábrica de celulose da Suzano começa a operar no primeiro quadrimestre de 2024 em Ribas do Rio Pardo

Data de Publicação: 14 de outubro de 2021 13:27:00

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Com investimentos previstos de R$ 14,7 bilhões, e capacidade para produzir 2,3 milhões de toneladas de celulose de eucalipto por ano, o Projeto Cerrado, nome do projeto de construção da fábrica de celulose da Suzano no município de Ribas do Rio Pardo, já iniciou a fase de terraplanagem, e a previsão é de início das atividades no primeiro quadrimestre de 2024. A informação é do diretor de engenharia do Projeto Cerrado, Maurício Miranda, em entrevista exclusiva  ao Jornal Expressão MS, que foi veiculado no canal Expressão MS no You Tube e na página do Expressão MS no Facebook (@expressao.ms), nesta quarta-feira(13). O novo programa de entrevistas será transmitido às quartas e sextas-feira as 12hs (MS) nas duas plataformas de redes sociais.

Durante a entrevista desta quarta-feira, Maurício Miranda detalhou alguns passos da Suzano no período de construção da nova fábrica em Ribas do Rio Pardo, como política da empresa para alavancagem do projeto, capacitação dos futuros colaboradores, capacitação de empresários locais para fornecer produtos e serviços para a Suzano, logística de produção e escoamento, geração de empregos, geração de energia limpa, mercado de carbono e outros. Quando entrar em operação, a nova fábrica vai ampliar em 20% a capacidade de produção de celulose da Suzano,que atualmente é de 10,9 milhões de toneladas.

Miranda disse que o Mato Grosso do Sul já é conhecido da empresa, e a facilidade da disponibilidade de terras, a silvicultura e o fato da relação iniciada em 2006, ser extremamente produtiva, foram pontos que pesaram na decisão do mega investimento no município de Ribas do Rio Pardo.

De acordo com Miranda, o projeto da nova fábrica vai influenciar muito positivamente para o desenvolvimento da cidade de Ribas, pois vai além do emprego que será gerado, passando pela melhor capacitação da iniciativa privada, do poder público, de investimentos de infraestrutura, investimentos sociais, etc.

Durante a construção, o empreendimento deve gerar cerca de 10 mil empregos diretos no pico da obra, além de milhares de empregos indiretos em toda a região. Quando concluída, a nova unidade deve empregar 3 mil pessoas entre colaboradores próprios e terceiros e movimentar toda a cadeia econômica regional.

Assista a entrevista na íntegra:

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