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Sem citar nomes, Tucura aponta possíveis delatores da Combustão

Sem citar nomes, Tucura aponta possíveis delatores da Combustão


Por Kleber Souza em 17 de maio de 2020

Alvo da Operação Combustão na última terça-feira, dia 12, o prefeito de Ribas do Rio Pardo (MS), Paulo Tucura (DEM), segue dando explicações da devassa realizada pelo Gaeco em sua casa, na Prefeitura e na Secretaria de Obras.

Nesta sexta-feira, dia 15, em entrevista ao programa “Bronca do Eli”, disse que vem sofrendo perseguição política no município. Sem citar nomes e mais uma vez de maneira confusa, o prefeito fala que passou a ser denunciado desde quando assumiu, em janeiro de 2017.

Questionado sobre quem seriam os denunciantes, Tucura faz alusão às demissões de comissionados entre dezembro de 2017 até meados de 2018. Neste período, três diretores ligados ao ex-prefeito Roberson Moureira, foram exonerados. No mesmo 'pacote', o vice-prefeito que na época acumulava o cargo de secretário de Obras também foi demitido.

Posteriormente, o super-secretário Aníbal Júnior, outro alvo das investigações, também foi demitido da Gestão Tucura. 

Antes, o próprio ex-prefeito Roberson Moureira, tido como mentor e assessor informal de Tucura, havia rompido politicamente com Tucura. O engenheiro Roberson que despachava na antessala do gabinete do prefeito, voltou a ocupar seu cargo de concurso na Secretaria de Obras.

Leia, na íntegra, a reportagem do site Impacto MS:

Prefeito de Ribas do Rio Pardo desmente prisão e alega perseguição política

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