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Polícia fecha “boca de fumo” no Jabour e casal é preso por tráfico de drogas

Polícia fecha “boca de fumo” no Jabour e casal é preso por tráfico de drogas


Também, foi apreendido quase R$ 1.000,00 (mil reais) em dinheiro trocado

Na madrugada desta quarta-feira (26), no Bairro Jabour, o S.I.G. (Setor de Investigações Gerais) da Polícia Civil de Ribas do Rio Pardo, com o apoio de um Sargento da Polícia Militar, prendeu em flagrante um homem e uma mulher, ambos de 26 anos de idade, suspeitos de praticar os crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Segundo apurado, há semanas, o Setor de Investigações Gerais (S.I.G.) da Polícia Civil de Ribas do Rio Pardo vinha monitorando um casal suspeito de manter uma “boca de fumo” no Bairro Jabour. O homem e a mulher tinham os apelidos de Landes e Greice, respectivamente.
Nos últimos dias, foram várias denúncias anônimas recebidas pelos policiais, indicando que o casal estava lucrando bastante com o tráfico de drogas. 

Então, na presente data, um Investigador da Polícia Civil, um Sargento da Polícia Militar e um Delegado de Polícia resolveram fazer campana nas proximidades da biqueira na tentativa de flagrarem o comércio espúrio de drogas. 

No fim da noite anterior, a equipe policial montou uma ação estratégica: os policiais civis ficaram de campana a algumas quadras de distância da biqueira, enquanto que o Sargento da PM fez a incursão em um terreno baldio que ficava bem de trás da boca de fumo, permanecendo este escondido no mato para observação da movimentação bem de perto. 

Depois de horas observando a movimentação de comércio de drogas pelos fundos da “boca de fumo”, o Sargento acionou os demais colegas policiais, que estavam de campana também observando de longe, para abordagem de um usuário que teria acabado de estacionar de moto em frente ao imóvel.

Ato contínuo, os policiais civis fizeram o sinal de abordagem ao motoqueiro, que estava em uma moto preta. O motociclista não respeitou a ordem policial, arremessou alguma coisa ao solo e evadiu-se com sua moto. O objeto arremessado se tratava de uma porção de cocaína. 

A mulher suspeita, que estava no quintal do barraco, notou a presença dos policiais na frente de sua residência e correu para dentro do imóvel, tomando rumo ao banheiro.  O companheiro da mulher estava na sala da casa. Ambos foram abordados. 

Na mesma hora, o policial militar que estava escondido no terreno baldio atrás da casa percebeu quando a mulher arremessou um embrulho sentido o brejo. O Sargento achou a droga e gritou aos demais colegas policiais que “estava na mão”. No embrulho arremessado, continham 12 (doze) porções pequenas de cocaína, em embalagem semelhante à dispensada pelo motociclista usuário, 01 (uma) porção grande de cocaína, que poderia ser fracionada em várias outras, 01 (uma) paradinha de pasta-base de cocaína (crack) e 01 (uma) pedra grande de pasta-base de cocaína (crack), que poderia ser fracionada em várias outras. 

Em buscas nos cômodos da casa, os policiais encontraram mais 08 (oito) trouxinhas de maconha, especificamente no guarda-roupa do quarto. 
Foram encontrados vários papeis picotados, sugerindo preparo de entorpecente no local. 

Foi apreendido, ainda, um caderno com toda a contabilidade do tráfico, denotando que, de fato, o local era uma boca de fumo e que os indivíduos estavam associados, de modo estável e permanente, para a prática do tráfico de drogas. 

Também, foi apreendido quase R$ 1.000,00 (mil reais) em dinheiro trocado, sugerindo que o casal vinha lucrando bastante com a referida atividade ilícita e que, naquele dia, já teria vendido muita droga.

Enfim, todas as denúncias anteriores foram confirmadas e chegou-se à conclusão de que o local servia como verdadeira “boca de fumo”, pois ali eram vendidos os três tipos clássicos de drogas: cocaína, crack e maconha, e por toda a casa havia papéis picotados e anotações detalhando a contabilidade das vendas semanais e mensais.

O casal recebeu voz de prisão pela prática dos delitos de tráfico de drogas e associação para o tráfico e estão à disposição da Justiça.

Por Assessoria PCMS

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