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Mais Médicos: Ribas deve receber médico do programa nos próximos dias

Mais Médicos: Ribas deve receber médico do programa nos próximos dias

Para hoje, está prevista a chegada de mais sete profissionais

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) anunciou ontem (27) que Ribas do Rio Pardo (MS) está entre os municípios sul-mato-grossenses que receberão pelo menos um médido do programa Mais Médicos. Veja a matéria completa do Correio do Estado: 

MS ainda aguarda a chegada de 10 profissionais do Mais Médicos

Mato Grosso do Sul ainda aguarda a chegada de 10 profissionais do Mais Médicos, em substituição aos cubanos, que deixaram o programa no fim do ano passado. Das 114 disponíveis, 104 já foram preenchidas. Hoje, 11 profissionais brasileiros formados no exterior chegaram ao Estado. Para amanhã, está  prevista a chegada de mais sete médicos.

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES), os profissionais que chegarem entre hoje e manhã serão encaminhados a Bela Vista, Costa Rica,  Nova Andradina,  Pedro Gomes, Ribas do Rio Pardo, Rio Verde de Mato Grosso, Santa Rita do Pardo  e Chapadão do Sul e aos Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI).

CUBANOS

Hoje, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse que a pasta pretende regularizar a situação de cerca de 2 mil médicos cubanos que permaneceram no Brasil após o rompimento do governo de Cuba com o Programa Mais Médicos. “Estão numa condição de exilados”, destacou.

Em audiência pública na Comissão de Assuntos Sociais do Senado, Mandetta explicou que a ação integra uma proposta, ainda em elaboração, de reformulação do Mais Médicos. A previsão, segundo ele, é que o pacote seja enviado ao Congresso Nacional em abril.

“Devemos ter uma proposta de como essas pessoas podem se reencontrar com a sua profissão, legalizados, e poder exercer sua profissão, já que eles são muito mais vítimas dessa negociação que foi feita entre países do que propriamente atores de algum ato que os colocasse dentro do país em situação irregular.”

“Temos uma série desses profissionais hoje trabalhando em secretarias de saúde, trabalhando como balconistas de farmácia, agentes comunitários. Talvez eles possam, com certeza, legalizar a sua situação profissional e podem ser sim uma opção de trabalho num país livre e democrático”, concluiu.

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