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Estado garante manutenção da malha viária não pavimentada na região de Ribas

Estado garante manutenção da malha viária não pavimentada na região de Ribas

São mais de 450 quilômetros de estradas bem conservadas, facilitando a fluidez da produção de grãos, cana-de-açúcar e algodão e do gado.

Por A Crítica de Campo Grande

A malha viária estadual ainda não pavimentada entre os municípios de Água Clara, Figueirão, Paraíso das Águas e Camapuã, região nordeste, está totalmente transitável e com serviços permanentes de manutenção pela Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul). São mais de 450 quilômetros de estradas bem conservadas, facilitando a fluidez da produção de grãos, cana-de-açúcar e algodão e do gado.

A maioria dessas estradas que passa por grandes lavouras e comunidades, se interligando às vias pavimentadas, foi implantada no governo de Reinaldo Azambuja, proporcionando acesso com segurança e sem interrupção. Atualmente, a Agesul executa a implantação de 50 quilômetros da MS-422, dos quais 20 quilômetros concluídos, entre Costa Rica e Pontinha do Coxo (Camapuã). A MS-422 se interliga à MS-436, via pavimentada entre Camapuã e Figueirão.

“Até 2015, quando o governador Reinaldo Azambuja assumiu, essas estradas, em sua maioria, eram trieiros (caminhos estreitos), com trechos fora do projeto original e passando dentro de fazendas”, lembra Antônio Divino da Silva, o Toninho, funcionário da residência da Agesul em Costa Rica e responsável pelas obras de manutenção da malha primária. “Os produtores tinham dificuldade de retirar a safra porque o solo é arenoso e na chuva ninguém passava.”

Parceria dos produtores

Nos últimos três anos, essa malha, integrada por nove estradas, vem recebendo não apenas manutenção da pista, mas compactação de cascalho, que permite uma sobrevida maior em trechos críticos devido a concentração de areia. A MS-223, entre Costa Rica e Figueirão, também foi totalmente cascalhada em seus 60 quilômetros e está sendo preparada para implantação de pavimento asfáltico, com investimentos de R$ 42 milhões na primeira etapa.

O chefe da 14ª Regional da Agesul, em Costa Rica, Marcos Rennó, informou que é determinação da Secretaria Estadual de Infraestrutura (Seinfra) cascalhar a malha não pavimentada em 100%, cujo trabalho está sendo possível com a parceria dos produtores rurais que possuem reservas de cascalho em suas propriedades. “Hoje o intenso tráfego para escoar a safra agrícola, principalmente da cana, é feito sem dificuldades de acesso”, garantiu ele.

Os serviços de manutenção e conservação das estradas da região, com mais de 78% executados, segundo relatório da Agesul, englobam as MS-316, 135, 359, 422, 324/B e 229. A implantação da MS-422 segue o padrão de levantamento do leito em até 80 centímetros, exigindo desmate em suas margens. A Agesul de Costa Rica também executa a recuperação e cascalhamento das MS-441 (Camapuã-Bandeirantes) e MS-338 (Camapuã-Ribas do Rio Pardo).

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